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Rotarianos em ação!

Fevereiro marca dois eventos mundiais importantes Dois eventos importantes de repercussão mundial acontecerão no mês de Fevereiro, sendo um deles no Brasil. De 07 a 14 de Fevereiro acontecerá de forma virtual, a Assembleia Internacional de 2022, enquanto que de 11 a 13 de Fevereiro de 2022 acontecerá a Conferência Presidencial da América do Sul, em Foz do Iguaçu, Paraná, de forma presencial nas dependências do Recanto Cataratas Thermas Resort & Convention. “Dois eventos grandiosos, mas distintos”, explicou o ex-diretor do Rotary International no Brasil, Mário César Martins de Camargo, associado ao Rotary Club de Santo André, e responsável pelo evento brasileiro. “A Assembleia Internacional é voltada para os futuros administradores distritais, enquanto que a Conferência Presidencial é para o rotariano em geral”, comparou o dirigente rotário sul-americano. Mais detalhes sobre os dois eventos, clique no link: https://bit.ly/3HCjN1D Márcio C MedeirosJornalista #rotary #pessoasemacao #clubesemacao #d4510 #eficazcommarilia #rcmariliapioneiro #rotaryinternational Foto: © Rotary International / Alyce Henson

Acabar com as desigualdades. Acabar com a AIDS. Acabar com as pandemias.

No Dia Mundial da AIDS, o UNAIDS destaca a necessidade urgente de acabar com as desigualdades que impulsionam a AIDS e outras pandemias ao redor do mundo. Sem uma ação ousada contra as desigualdades, o mundo corre o risco de não atingir as metas para acabar com a AIDS até 2030, bem como de uma pandemia prolongada de COVID-19 e de uma crise social e econômica contínua. Mesmo após quarenta anos desde que os primeiros casos de AIDS foram relatados, o HIV ainda ameaça o mundo. Hoje, o mundo está longe de cumprir o compromisso compartilhado de acabar com a AIDS até 2030, e está arriscando um retorno, não por falta de conhecimento ou ferramentas para acabar com a AIDS, mas por causa das desigualdades estruturais que limitam soluções comprovadas para a prevenção e tratamento do HIV. As desigualdades econômicas, sociais, culturais e jurídicas devem ser eliminadas com urgência se quisermos acabar com a AIDS até 2030. Embora haja a percepção de que um momento de crise não é o momento certo para priorizar o enfrentamento das injustiças sociais subjacentes, é claro que, sem esse enfrentamento, a crise não poderá ser superada. Combater as desigualdades é uma promessa global de longa data, cuja urgência só tem aumentado. Em 2015, todos os países se comprometeram a reduzir suas desigualdades internas e entre países como parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. A Estratégia Global para AIDS 2021-2026: Acabar comas Desigualdades, Acabar com a AIDS e a Declaração Política sobre AIDS adotada na Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre AIDS 2021, têm como núcleo o fim das desigualdades. Além de ser central para acabar com a AIDS, o abordar as desigualdades promoverá um avanço em relação aos direitos humanos de populações-chave e pessoas que vivem com o HIV, tornará as sociedades mais preparadas para vencer a COVID-19 e outras pandemias e apoiará a recuperação econômica e a estabilidade. Cumprir a promessa de acabar com as desigualdades salvará milhões de vidas e beneficiará a sociedade como um todo. Mas acabar com as desigualdades exige uma mudança transformadora. Políticas econômicas e sociais precisam proteger os direitos de todas as pessoas e prestar atenção às necessidades das comunidades desfavorecidas e marginalizadas. Sabemos como vencer a AIDS, sabemos quais são as desigualdades que obstruem o progresso e sabemos como enfrentá-las. As políticas para combater as desigualdades podem ser implementadas, mas exigem que as lideranças sejam ousadas. Os governos devem agora passar do compromisso à ação. Os governos devem promover o crescimento social e econômico inclusivo. Devem eliminar leis, políticas e práticas discriminatórias a fim de garantir a igualdade de oportunidades e reduzir as desigualdades. Chegou a hora de governos cumprirem suas promessas. Eles devem agir agora, e nós devemos torná-los responsáveis. No Dia Mundial da AIDS, vamos lembrar aos nossos governos que as desigualdades globais nos afetam como um todo, não importa quem somos ou de onde somos. No Dia Mundial da AIDS, vamos exigir ação para acabar com as desigualdades, acabar com a AIDS e todas as outras pandemias que prosperam com as desigualdades. Fonte: UNAIDS

COP26: Salvar manguezais para salvar nossos oceanos, disseram os líderes

A campanha global para restaurar os manguezais pode ser uma bala de prata na batalha para tirar os oceanos da calamidade, disseram líderes ambientais na COP26, na quarta-feira (10/11). Os manguezais em 42 países da Comunidade Britânica foram munição crucial na batalha da natureza para lidar com o carboidrato. Ações eram necessárias para reverter a perda de até 50 por cento dos manguezais devido à mudança climática, disse a secretária-geral da Commonwealth, Baronesa da Escócia . Representantes de mais de 20 países e grupos ambientais prometeram ação em uma reunião de “compartilhamento de lições críticas”, organizada pelo Rotary International (RI). O presidente do RI, Shekhar Mehta, disse que viu em primeira mão no tsunami de 2004 a devastação de terras e vidas que teriam sido afetadas se os manguezais tivessem sido protegidos. Especialistas contaram como os manguezais eram o equivalente oceânico das florestas tropicais. “O mar está lavando a costa porque os manguezais desapareceram”, disse Mehta. “Estamos perdendo nosso ecossistema. Uma vez que os manguezais morram, nosso sistema marinho e as comunidades costeiras serão perdidos. ” Ele prometeu que o Rotary apoiaria projetos para restaurar manguezais e trabalharia com comunidades costeiras locais em oito países: Índia, Paquistão, Bangladesh, Quênia, Maldivas, Sri Lanka, Seychelles e Tanzânia. Foi acordado pelos representantes que os trabalhos começariam imediatamente nos projetos, com revisões regulares do andamento. Fonte: Jornal Evening Standard

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